Análise de LinkedInCada marcador aponta um achado no lugar onde ele acontece. Nenhuma opinião solta: tudo abaixo saiu do que está publicado no perfil. Primeira leitura em 27/08/2026, recoleta em 09/09/2026. Entre uma e outra ele mexeu no perfil, e a página registra o que mudou.
Ajudo empresas a crescer e obter melhores resultados com governança, estratégia e pessoas engajadas | Conselheiro, Executivo de RH há +30 anos, Investidor Anjo e Mentor
Correção feita depois de conversar com ele: “Business Growth” não é uma linha solta — é o campo de pronomes do LinkedIn, preenchido de propósito. A escolha é deliberada e tem graça: onde o formulário espera “ele/dele”, ele escreveu o que faz.
O que fica em aberto não é o acerto da ideia, é o público: numa audiência de conselheiros na faixa dos 55 aos 60 anos, parte vai ler como posicionamento e parte vai ler como campo preenchido errado. A provocação funciona melhor quando o leitor sabe que é provocação — e ali ela chega sem contexto.
Como estava em 27/08: a headline abria pela lista de cargos e a promessa vinha depois, na segunda posição de leitura. Quem chegava sabia o que ele é antes de saber o que ele resolve.
Como está hoje: ele reescreveu a linha e levou a promessa para a abertura. “Ajudo empresas a crescer e obter melhores resultados com governança, estratégia e pessoas engajadas” é a primeira coisa que se lê, e os cargos entram em seguida, como prova. É exatamente a correção recomendada aqui, feita por ele.
Sou apaixonado por estruturar ou reestruturar as empresas visando melhorar resultados, acelerar empresas, aumentar receita, diminuir custos, aumentar engajamento e desenvolver pessoas. Possuo mais de 30 anos de experiência em gestão de pessoas estando à frente da área RH e planejamento estratégico. Sou membro de Conselho Consultivo e Advisor em empresas de diferentes segmentos. Investidor Anjo e Mentor em estratégias e geração de resultados em Startups. Fui gestor de RH em empresas como Natura, Sabin, Bosch, Votorantim, Eicon, TTWGroup, Sabin; além de lecionar em cursos de MBA na FAAP, FUCAP, FMU dentre outras. Meu propósito de vida é ajudar pessoas e organizações a prosperarem e serem felizes. Vamos conversar sobre suas dores e oportunidades? Meus dados de contato estão topo do perfil.
Estruturo e reestruturo empresas para crescer: governança, planejamento estratégico, gestão de desempenho e liderança. Em mais de 30 anos à frente de RH e de planejamento estratégico passei por Natura, Sabin, Bosch, Votorantim, Eicon e TTWGroup, onde implantei governança corporativa, planejamento estratégico com OKRs, orçamento corporativo e gestão de desempenho. Na Loara, o mesmo trabalho quintuplicou o faturamento. Sou board member e docente na Board Academy desde 2022, coautor de “Os Conselheiros, Vol. 2”, investidor anjo e mentor. Estou aberto a avaliar assento em conselho, advisory, mentoria e aula. Vamos conversar sobre suas dores e oportunidades? Meus dados de contato estão no topo do perfil.
Como estava em 27/08: o texto terminava em “ajudar pessoas e organizações a prosperarem e serem felizes”. Bonito, e sem próximo passo para quem tinha acabado de se convencer.
Como está hoje: ele fechou o Sobre com “Vamos conversar sobre suas dores e oportunidades? Meus dados de contato estão topo do perfil.” A porta foi aberta, e a correção é dele.
O que ainda falta é dizer o que ele aceita avaliar. Quem lê não sabe se a conversa é por assento em conselho, advisory, mentoria ou aula, e deixa de escrever por não saber se o caso é dele.
São 15 posições na leitura de 09/09/2026, em 14 linhas aqui: Mentor de negócios e Investidor Anjo, as duas na Anjos do Brasil e na mesma janela, aparecem reunidas numa só. A posição de jan/2023 a dez/2023 consta no perfil sem que a coleta capturasse a empresa, e precisa ser confirmada com ele.
Lista completa relida em 08/09/2026 pelas sub-páginas de detalhe do LinkedIn. A primeira coleta via topo do perfil trouxe uma formação de nove, e é a correção que ele apontou na reunião.
O PFCC está publicado com data de expiração em jun/2026. Para quem chega pela busca e não conhece o programa, uma credencial vencida pesa mais do que deveria, e ela é a que dá nome ao território dele.
10 publicações na janela de 13 a 27/08/2026. Cinco são autorais, cinco são amplificação de terceiros. Os números desta janela ficam congelados como linha de base: a releitura de 09/09 entra abaixo, separada.
Esses dois são os únicos números que a recoleta mediu peça a peça. Os demais artigos não trazem contagem visível na listagem, e por isso não entram em nenhuma média desta página.
Cada texto passa a fechar com uma linha de destino, alternando entre as três:
Nenhuma delas muda o tom do texto. Todas transformam leitura em conversa, que é a única métrica que importa para quem oferece conselho, advisory e mentoria.
Medido nas dez publicações de 13 a 27/08/2026. As seis com tração encerram na conclusão. O leitor concorda, reage e vai embora. E das cinco amplificações, três não registraram reação visível: esforço gasto sem retorno de posicionamento.
Segue de pé em 09/09/2026, com uma ressalva de método: a recoleta contou o acervo de 12 artigos e leu o engajamento dos mais recentes, mas não reabriu texto a texto para conferir o fecho de cada um. O Sobre, esse sim, já ganhou a linha de convite que faltava, e a autoria da correção é dele.
Descrição publicada no campo: “Participar da estruturação de estratégias e modelo de gestão para o crescimento das empresas.”
Em 27/08 a lista tinha onze itens. Hoje tem nove: saíram Life coaching, Coaching de carreira e Estruturação de gestão, e entrou Consultoria de gerenciamento. Os dois primeiros eram os mais distantes do território de conselho, e a decisão de tirá-los é dele. Faltam seis para chegar às três âncoras.
Reação, conversa e circulação são públicos e intenções distintas. Nenhuma foi vencida pela mesma publicação — e cada vitória tem uma causa que dá para ler no texto. Abaixo, o que cada uma fez, e o que ela deixou de ganhar por causa disso.
O almoço com empresários na Board Academy
A cadeia de tomada de decisão
Indicadores e prestação de contas ao conselho
Ler só quem ganhou produz regra que parece verdadeira e não é. Abaixo, cada mecanismo medido nas dez publicações da janela — as que funcionaram e as que não. Duas se confirmaram, uma mudou de lugar e uma caiu.
Honestidade sobre o tamanho da amostra: são dez publicações em catorze dias. Isso é suficiente para apontar direção e para derrubar uma afirmação errada — foi o que aconteceu com “nomear pessoas”. Não é suficiente para lei. A leitura correta é: teste as duas confirmadas nas próximas dez e meça de novo.
Cinco publicações próprias e cinco amplificações na mesma janela. Mas a divisão que importa é outra: das cinco amplificações, duas vieram com uma tese dele antes do link e três foram cortesia. O resultado não deixa dúvida.
Cada barra é uma publicação, ordenada por reação. As tracejadas são as três que não registraram nenhuma — e as três são institucionais.
Quatro grupos distintos chegam por caminhos diferentes, e compram coisas
diferentes. A lista de serviços é um campo de seleção fechada, sem ordenação possível:
ela não separa esses grupos, e não é ele quem escolhe isso.
Ressalva de método: estes grupos são deduzidos da trajetória
dele, não medidos. O LinkedIn não expõe a terceiros quem reage e comenta em cada publicação.
Para confirmar quem de fato está do outro lado, o caminho é olhar a lista de comentaristas
das próximas publicações — o que dá para fazer com a conta dele, não com a nossa.
Nenhuma etapa exige mudar de assunto, de tom ou de ritmo. O que muda é a ordem. O material inteiro já existe.
Nenhuma exige pesquisa nova. Todas saem de algo que já está na Experiência, na sala de aula, no livro ou na carteira de anjo dele. Cada uma vem marcada com a moeda que ataca e a abertura pronta para colar.
“Todo conselho aprova orçamento. Poucos perguntam as sete coisas que decidem se aquele número vai se sustentar.”
De onde sai: foi o formato que mais circulou na janela dele — só que era conteúdo de terceiro. Por que funciona: checklist se salva e se repassa.
“Você foi convidado para o seu primeiro conselho. As três primeiras reuniões decidem se haverá uma quarta.”
De onde sai: quatro anos formando conselheiro na Board Academy. Por que funciona: o público direto dele é exatamente quem está nessa fase.
“Aceitar assento em conselho sem entender a remuneração é a forma mais elegante de trabalhar de graça.”
De onde sai: ele reestruturou remuneração fixa, variável e benefícios de um grupo inteiro. Por que funciona: tema que quase ninguém escreve com dado real.
“Se a pauta chega pronta da diretoria e sai aprovada, aquilo não é conselho. É cartório.”
De onde sai: a mesma veia do texto que fez o recorde de comentários. Por que funciona: nomeia um incômodo que todo conselheiro reconhece.
“Você promoveu quem mais entregava. Seis meses depois, o time entrega menos. A culpa não é dele.”
De onde sai: o artigo dele sobre promover bons executores. Por que funciona: a situação é universal e a resposta divide opinião.
“Toda empresa convive com um número de processos trabalhistas que considera normal. Esse número é uma decisão de gestão, não um fato da natureza.”
De onde sai: na Eicon ele atuou na área trabalhista reduzindo perdas de processos e riscos, e no TTWgroup mudou por completo a gestão de relações trabalhistas. Por que funciona: é risco de conselho, e quase ninguém escreve sobre ele sem linguagem de escritório de advocacia.
“Toda turma, sem falhar, chega na mesma dúvida por volta do terceiro encontro. E ela não é sobre governança.”
De onde sai: docência na Board Academy, FAAP, FUCAP e FMU. Por que funciona: repertório exclusivo, custo zero, série infinita.
“A primeira reunião durou quatro horas e não decidimos nada. Foi a melhor coisa que podia ter acontecido.”
De onde sai: a entrada da TTWgroup, hoje enterrada na Experiência. Por que funciona: cena real com conflito — o que a peça de maior reação tinha.
“Aprendi mais em três reuniões observando gente experiente do que em qualquer curso que fiz depois.”
De onde sai: 30 anos e o livro coautorado. Por que funciona: o teste nas dez publicações mostra que quem move reação é a primeira pessoa, não o nome citado — então a pauta vale pela memória dele, contada por ele.
Quatro ângulos da tese que já é dele: o que é reserva e o que é gordura · como o conselho enxerga isso no orçamento · o custo de operar no limite · quem decide quanto guardar.
De onde sai: conceito que ele já batizou e publicou. Por que funciona: ideia com nome próprio é o embrião de uma assinatura editorial.
“O que eu procuro antes de investir numa startup — e o que os fundadores acham que eu procuro.”
De onde sai: Anjos do Brasil, Beeviral e SleepUp. Por que funciona: fala com um público que o conteúdo corporativo dele não alcança.
“Pego uma decisão real de empresa e leio pelos três olhos que já usei: o do RH, o do conselheiro e o do investidor.”
De onde sai: os três chapéus que ele veste de verdade. Por que funciona: formato fixo, pauta infinita, e nenhum concorrente tem os três.
“Formei centenas de conselheiros. A distância entre o certificado e a primeira cadeira não é de conhecimento.”
De onde sai: ele é Diretor de Pessoas da escola que forma conselheiros. Por que funciona: ninguém mais tem esse acesso — e é a dúvida nº1 do público dele.
“Quem põe dinheiro próprio olha o conselho de um jeito que o conselheiro profissional não olha. E vice-versa.”
De onde sai: anjo em três startups e conselheiro e executivo de RH. Por que funciona: a casa dele tem um programa sobre isso e ele é o caso vivo.
“O board tem o dado, o algoritmo tem a recomendação, e a decisão continua sendo humana. O problema é que ninguém preparou o humano.”
De onde sai: mestrado em Criatividade e Inovação + o programa AI on Board. Por que funciona: quase todo conteúdo de IA em conselho é técnico ou apocalíptico.
Quinze pautas cobrem um trimestre no ritmo que ele já pratica: uma publicação própria a cada quatro ou cinco dias. Nenhuma delas pede assunto que ele não domine.
A referência não veio de fora. Entre as atividades da janela havia a publicação de um colega da mesma casa: mesma senioridade, mesmos 30 anos de carreira, mesma Board Academy. Em 27/08 as duas headlines estavam em patamares diferentes. Em 09/09, depois da reescrita dele, estão lado a lado, e sobrou uma diferença só.
Ajudo empresas a crescer e obter melhores resultados com governança, estratégia e pessoas engajadas | Conselheiro, Executivo de RH há +30 anos, Investidor Anjo e Mentor
Quem lê sabe o que ele resolve. Falta dizer para quem.
Apoio Empresários, Sucessores e Executivos a obterem MELHORES RESULTADOS em suas Empresas | Sou Conselheiro | Mentor | Escritor | Palestrante | VP e Sócio da Board Academy | CFO Dir. Financ. +30 anos experiência
Quem lê sabe o que ele resolve, e para quem.
Os dois têm mais de 30 anos de carreira, a mesma casa e o mesmo
território. Numa busca por “conselheiro” dentro do LinkedIn, essas duas linhas aparecem lado
a lado, e as duas agora dizem o que a pessoa resolve antes de dizer o que ela é.
Para registro, a headline anterior dele era “Conselheiro, Executivo de RH, Empreendedor,
Investidor | Ajudo empresas a crescer com governança, conselho e gente | Conselheiro e
Executivo de RH há 30 anos | Board Academy · Coautor de ‘Os Conselheiros’ · Investidor Anjo”.
A promessa já estava escrita, e estava em segundo lugar. A reescrita não acrescentou uma
palavra de currículo: mudou a ordem de leitura. É esse o tamanho do ajuste, e é por isso
que ele cabe em quarenta minutos.
Uma ressalva de método: esta é a única comparação direta deste dossiê. O LinkedIn não
expõe alcance, impressões nem taxa de nenhum perfil a terceiros — então não existe aqui, e não
existiria em lugar nenhum, um comparativo numérico honesto de audiência entre perfis. O que dá
para comparar é o que está publicado: estrutura, ordem e clareza. É o que está acima.
Leitura do site da Board Academy, onde ele é Diretor de Pessoas e Novos Negócios, board member e docente. A escola tem vocabulário próprio, oito programas e uma tese pública. O conteúdo dele hoje não conversa com nenhum deles — e dois descrevem exatamente a combinação rara que ele tem.
Como usar: são números declarados pela própria Board Academy no site institucional, sem auditoria de terceiro. Servem como gancho de abertura com atribuição explícita — “segundo a Board Academy” — e nunca como dado de mercado. Um texto que abre em “o Brasil precisaria de 135 mil conselheiros e não tem” já nasce com escala, desde que a fonte apareça na mesma frase.
Ele escreve sobre governança em geral. A casa dele fala uma língua
específica, com termos, programas e números próprios. Alinhar as duas coisas rende dos dois
lados: o conteúdo dele passa a ser encontrado por quem busca o vocabulário da escola, e a
escola ganha um porta-voz com repertório de operador, não de marketing.
E há o ganho que só ele pode ter: sendo Diretor de Pessoas de uma escola que forma conselheiros,
ele enxerga o que acontece entre a formação e o assento. Esse é o assunto que o público
dele mais quer e que praticamente ninguém tem acesso para escrever.
Nenhuma destas é ruim. Em todas o assunto é bom, a intenção é boa e o repertório está lá. O que falta é forma — e em cinco delas o conserto é uma frase, não um texto novo. A sexta não precisa de conserto nenhum: precisa de tempo.

“Quer se tornar um Conselheiro capaz de atuar em qualquer lugar do mundo? Conheça um dos programas internacionais da Board.”

“É muito gratificante ler artigos de meus alunos do ABP. Neste artigo Carlos Bonote destaca o Conselheiro como guardião da cultura…”

“Boas dicas de Marcelo Simonato.”

“Quase 53 milhões de brasileiros têm plano de assistência médica…”

“Sua empresa tem capacidade disponível para crescer?” — a Capacidade Estratégica de Reserva

“Existe uma cena que se repete em muitas organizações: um profissional entrega resultados excepcionais, é promovido a líder — e vira o gargalo da equipe.”
Em nenhuma delas o problema é o assunto. Em três, ele está no
papel de quem apresenta o trabalho dos outros — a escola, o aluno, o colega — e a voz dele
não entra. Em duas, a voz está lá, mas chega tarde: o dado de terceiro vem antes da
experiência, e a pergunta genérica vem antes do conceito próprio.
É a mesma correção nas cinco: colocar na primeira linha o que só ele pode dizer.
Nenhuma exige pesquisa, entrevista ou tema novo — só inverter a ordem do que já estava escrito.
E isso conversa direto com o que a amostra mostrou: primeira pessoa rende 45 reações
médias contra 16,3. As cinco publicações desta lista são, todas, as que menos falam
em primeira pessoa.