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Dossiê LinkedIn · Nobox Group

O perfil do Maurício, lido linha por linha

Cada marcador aponta um achado no lugar onde ele acontece. Nenhuma opinião solta: tudo abaixo saiu do que está publicado na página em 27/08/2026.

Você está vendo a versão proposta. Tudo que está marcado em verde mudou; o resto do perfil continua exatamente como está hoje. Nenhuma das mudanças exige produzir conteúdo novo — todas reordenam ou reescrevem material que já existe no perfil, na experiência ou na sala de aula dele.
Maurício França
Maurício França Business Growth

Conselheiro, Executivo de RH, Empreendedor, Investidor Ajudo empresas a crescer com governança, conselho e gente | Conselheiro e Executivo de RH há 30 anos | Board Academy · Coautor de “Os Conselheiros” · Investidor Anjo

São Paulo, Brasil· 15.219 seguidores· mais de 500 conexões
BA Board Academy Br
FE Faculdade Exame

Achado 1 · o campo de pronome usado como declaração

Correção feita depois de conversar com ele: “Business Growth” não é uma linha solta — é o campo de pronomes do LinkedIn, preenchido de propósito. A escolha é deliberada e tem graça: onde o formulário espera “ele/dele”, ele escreveu o que faz.

O que fica em aberto não é o acerto da ideia, é o público: numa audiência de conselheiros na faixa dos 55 aos 60 anos, parte vai ler como posicionamento e parte vai ler como campo preenchido errado. A provocação funciona melhor quando o leitor sabe que é provocação — e ali ela chega sem contexto.

Vale testar: a mesma ideia dita na headline, onde ninguém tem dúvida de que é escolha. E aí o campo de pronome volta ao uso previsto ou fica vazio.

Achado 2 · a headline informa, mas não convida

Quatro cargos separados por vírgula dizem o que ele é. Quem contrata conselheiro está procurando o que ele resolve. É a linha que viaja em busca, convite e comentário — o texto do perfil que mais gente lê sem entrar nele.

Pronta para colar: “Ajudo empresas a crescer com governança, conselho e gente | Conselheiro e Executivo de RH há 30 anos | Board Academy · Coautor de ‘Os Conselheiros’ · Investidor Anjo”

Achado 3 · a formação mostra um item de cinco

Só “Faculdade Exame” está visível. Ficam de fora a graduação em Psicologia, o mestrado em Criatividade e Inovação (UFP/FAAP) e a docência em MBA na FAAP, FUCAP e FMU. Em busca por conselheiro, formação é filtro — e essa prova já existe.

Correção: quatro entradas a preencher, quinze minutos.

Sobre

Sou apaixonado por estruturar ou reestruturar as empresas visando melhorar resultados, acelerar empresas, aumentar receita, diminuir custos, aumentar engajamento e desenvolver pessoas. Possuo mais de 30 anos de experiência em gestão de pessoas estando à frente da área RH e planejamento estratégico. Sou membro de Conselho Consultivo e Advisor em empresas de diferentes segmentos. Investidor Anjo e Mentor em estratégias e geração de resultados em Startups. Fui gestor de RH em empresas como Natura, Sabin, Bosch, Votorantim, Eicon, TTWGroup; além de lecionar em cursos de MBA na FAAP, FUCAP, FMU dentre outras. Meu propósito de vida é ajudar pessoas e organizações a prosperarem e serem felizes.

Estruturo e reestruturo empresas para crescer: governança, planejamento estratégico, gestão de desempenho e liderança. Em 30 anos à frente de RH e planejamento passei por Natura, Sabin, Bosch, Votorantim, Eicon e TTWGroup — onde implantei governança, OKRs, orçamento corporativo, a área de Comunicação e a Universidade Corporativa. Sou board member e docente na Board Academy desde 2022, coautor de “Os Conselheiros — Vol. 2”, investidor anjo e mentor. Estou aberto a avaliar assento em conselho, advisory, mentoria e aula. Se isso está acontecendo na sua empresa, me manda uma mensagem.

Achado 4 · fecha em propósito, não em porta

O texto termina em “ajudar pessoas e organizações a prosperarem e serem felizes”. É bonito e não diz o que ele está aberto a avaliar nem por onde chegar. Quem leu tudo e se convenceu não encontra o próximo passo.

Correção: trocar as duas últimas linhas por uma porta — o que ele aceita avaliar e como falar com ele.

Experiência

BA
Diretor de Pessoas e Novos Negócios · Board Academy Br
mai/2026 — atual · São Paulo
BA
Board Member e Docente · Board Academy Br
nov/2022 — atual · 3 anos e 10 meses · Coautor de “Os Conselheiros — Vol. 2”
TT
Diretor de Gente e Gestão · TTWgroup
jul/2024 — nov/2025 · governança implantada, OKRs e orçamento, remuneração reestruturada, Universidade Corporativa criada
PH
Conselheiro Consultivo e Board Member · Phoenix Seguros
jan/2023 — dez/2023 · cadeira fora da Board Academy
EI
Conselheiro · Eicon
out/2020 — out/2021 · e antes, Diretor de RH e Gestão (2019–2020), com 30% de redução de custos de facilities
LO
Diretor de Gente e Gestão · LOARA
set/2021 — dez/2022 · planejamento estratégico, novas filiais e governança — quintuplicou o faturamento da empresa
AB
Mentor e Investidor Anjo · Anjos do Brasil, Beeviral, SleepUp
out/2023 — atual
BS
Board Solutions
A frente citada no post de maior alcance da janela, hoje ausente do perfil, ganha entrada própria com descrição — deixa de ser porta sem maçaneta.

Achado 5 · corrigido: ele já é conselheiro praticante, e a prova mais forte é outra

Nossa primeira leitura errou por não expandir a Experiência. Ele não está construindo caminho para uma cadeira: já sentou em três — Board Academy, Phoenix Seguros (2023) e Eicon (2020–2021).

E a prova mais concreta do perfil não é a TTWgroup. É a LOARA, onde a entrada diz, com todas as letras, “quintuplicando o faturamento da empresa”. É o único número de resultado de negócio em todo o perfil — e está escondido atrás do “exibir tudo”.

O que muda: não é acrescentar experiência, é trazer para cima. O visitante lê as últimas entradas e vai embora. Duas linhas — as três cadeiras e o faturamento quintuplicado — mudam a leitura de quem nunca rola até o fim.

Formação

FE
Faculdade Exame
o que o visitante vê sem clicar em “exibir tudo”
PS
Graduação em Psicologia
a base da leitura de gente que sustenta 30 anos de RH
MS
Mestrado em Criatividade e Inovação · UFP e FAAP
o diferencial que quase nenhum conselheiro tem
MB
Docência em MBA · FAAP, FUCAP e FMU
chancela de terceiro, não autodeclaração
ES
Especializações · educação corporativa, gestão estratégica, gestão de negócios e de pessoas
quatro, hoje invisíveis
FE
Faculdade Exame
continua na lista, agora depois das provas mais fortes

Achado 3 · corrigido: a formação está lá, o LinkedIn é que não mostra

Nós erramos e ele apontou. A formação dele está preenchida. Nossa coleta leu só o que a página exibe sem expandir “exibir tudo”, e o LinkedIn mostra apenas os itens mais recentes — foi isso que virou “um único item”. O erro é da nossa leitura, não do perfil.

O achado real é outro e continua valendo: quem chega ao perfil também não expande. O visitante vê o mesmo que a nossa ferramenta viu. Em busca por conselheiro, formação é filtro — e a prova mais forte está atrás de um clique que ninguém dá.

O que muda: não é preencher, é reordenar. Psicologia, o mestrado em Criatividade e Inovação e a docência em MBA precisam estar entre os primeiros, porque os primeiros são os únicos que aparecem.

Atividade recente

10 publicações na janela de 13 a 27/08/2026. Cinco são autorais, cinco são amplificação de terceiros.

70
reações · almoço com empresários
55
reações · 16 comentários, recorde
55
reações · o que deixar de fazer
41
reações · 9 compartilhamentos
28
reações · Capacidade de Reserva
22
reações · governança na saúde
O que muda em toda publicação

Cada texto passa a fechar com uma linha de destino, alternando entre as três:

  • “Se isso está acontecendo na sua empresa, me manda uma mensagem.”
  • “Escrevi o material completo com as sete perguntas — comenta ‘quero’ que eu envio.”
  • “Você faria diferente? Me conta como resolveu aí.”

Nenhuma delas muda o tom do texto. Todas transformam leitura em conversa, que é a única métrica que importa para quem oferece conselho, advisory e mentoria.

Achado 6 · nenhuma publicação termina em convite

As seis com tração encerram na conclusão. O leitor concorda, reage e vai embora. E das cinco amplificações, três não registraram reação visível: esforço gasto sem retorno de posicionamento.

Correção: uma linha de destino no fim de cada texto converte leitura em conversa sem mudar o tom.

Serviços

Consultoria de RHConsultoria de negócios Consultoria educacionalDesenvolvimento de liderança Gestão de mudançasLife coaching NegociaçãoTreinamento corporativo Coaching de carreiraPlanejamento estratégico Estruturação de gestão
Conselho e advisory Planejamento estratégico e OKR Desenvolvimento de liderança e sucessão

Achado 7 · onze itens sem hierarquia

“Life coaching” e “Coaching de desenvolvimento de carreira” convivem com “Planejamento estratégico”. Quem procura conselheiro para uma sucessão familiar não está atrás do primeiro — e a lista longa puxa a leitura para outro mercado, com outro ticket.

Correção: três âncoras deixam claros o problema e o ticket.
01

Três moedas, três mecanismos diferentes

Reação, conversa e circulação são públicos e intenções distintas. Nenhuma foi vencida pela mesma publicação — e cada vitória tem uma causa que dá para ler no texto. Abaixo, o que cada uma fez, e o que ela deixou de ganhar por causa disso.

Maior reação
70
reações · 3 comentários · 0 compartilhamentos

O almoço com empresários na Board Academy

  • Escreve no plural. “Tivemos o prazer de reunir” — o post é sobre um coletivo, e cada pessoa que estava lá tem motivo pessoal para reagir.
  • Nomeia o lugar e o grupo. Board Academy, “grupo seleto de empresários e executivos”. Atenção: medido nas dez publicações, nomear pessoas não aumenta reação — quem carrega esta peça é a primeira pessoa, não os nomes.
  • Toma posição com contraste. “Conselhos bem estruturados não são nice to have — são o que separa empresas que sobrevivem de empresas que prosperam.”
  • Tem rosto. É a única peça da janela com foto de pessoas.
Por que não circulou: zero compartilhamentos. Ninguém repassa o almoço de outra pessoa. É um momento, não um material.
E há um furo aqui: é a única publicação com menção comercial — “na Board Solutions é exatamente nessa fronteira que atuamos”. A peça de maior alcance da janela aponta para uma marca que não existe em nenhuma seção do perfil.
publicação própria
Maior conversa
16
comentários · 55 reações · 1 compartilhamento

A cadeia de tomada de decisão

  • Pergunta na primeira linha. “Quantas decisões da sua empresa chegam ao CEO simplesmente porque ninguém foi preparado para este processo?” O leitor já entra respondendo.
  • Descreve mecanismo, não opinião. A empresa cresce, o volume de decisões cresce, a capacidade da diretoria não. É verificável na experiência de quem lê.
  • Fecha com uma segunda pergunta, mais afiada. “As decisões estão onde está o conhecimento para tomá-las ou onde está o poder do crachá?” Duas portas de entrada para comentário, uma na entrada e outra na saída.
  • Nomeia um vilão reconhecível. “Poder do crachá” é a expressão que incomoda — e incômodo com nome vira resposta pública.
Por que não circulou: 1 compartilhamento. É provocação, não manual. Concordar com uma provocação se faz em comentário, não em repasse.
publicação própria
Maior circulação
9
compartilhamentos · 41 reações · 1 comentário

Indicadores e prestação de contas ao conselho

  • Abre contra o senso comum. “Ter muitos indicadores não significa tomar decisões melhores.” Quem discorda para de rolar; quem concorda continua.
  • Pinta uma cena reconhecível. Chega ao conselho com dashboard completo e sai da reunião sem clareza do que mudar.
  • Entrega ferramenta pronta. Três pares de pergunta para usar na próxima reunião: receita versus margem, base versus concentração, caixa versus consumo de capital.
  • Define critério objetivo. “Mostrar o que mudou, por que mudou e qual decisão a liderança precisa tomar agora.” Isso é checklist, e checklist se salva.
Por que não gerou conversa: 1 comentário. Não há o que responder — há o que usar.
E o mais importante: este texto não é dele. É amplificação de conteúdo da Board Academy. O formato que mais viaja no território dele é justamente o que ele ainda não assinou.
amplificação de terceiro
As regras testadas contra as dez, não só contra os vencedores

Ler só quem ganhou produz regra que parece verdadeira e não é. Abaixo, cada mecanismo medido nas dez publicações da janela — as que funcionaram e as que não. Duas se confirmaram, uma mudou de lugar e uma caiu.

Escrever em primeira pessoa“eu”, “meu”, “escolhi”, “tivemos”
45,0 reações com × 16,3 sem
confirma · 2,8×
Abrir ou fechar com perguntaconvite direto ao leitor
7,3 comentários com × 2,7 sem
confirma · 2,7×
Publicar como artigoformato longo do LinkedIn
7,5 comentários com × 1,8 sem · reação praticamente igual
move conversa,
não reação
Nomear pessoas no texto escrever o nome — não é o mesmo que marcar
22,9 reações com × 39,3 sem
cai · efeito
inverso
Marcar pessoas com @ notifica quem foi marcado
não medido — nenhuma das dez publicações da janela usa marcação, e o texto coletado não preserva o @
a testar
Os contraexemplos, que importam mais que as médias
  • Abre com pergunta e fez zero: “Quer se tornar um Conselheiro capaz de atuar em qualquer lugar do mundo?” — mas é pergunta retórica de anúncio, não convite ao leitor. A forma da pergunta não basta; a intenção decide.
  • É artigo e fez 7 reações: o texto sobre promover bons executores. Tinha uma hora de vida na coleta — não é resultado final, é medida precoce.
  • É artigo e fez zero: o elogio ao trabalho de um aluno. Formato certo, intenção de cortesia. Nenhum formato salva um texto que não tem tese.

Honestidade sobre o tamanho da amostra: são dez publicações em catorze dias. Isso é suficiente para apontar direção e para derrubar uma afirmação errada — foi o que aconteceu com “nomear pessoas”. Não é suficiente para lei. A leitura correta é: teste as duas confirmadas nas próximas dez e meça de novo.

02

O que separa as publicações não é a autoria. É a voz.

Cinco publicações próprias e cinco amplificações na mesma janela. Mas a divisão que importa é outra: das cinco amplificações, duas vieram com uma tese dele antes do link e três foram cortesia. O resultado não deixa dúvida.

Publicações
5 · 2 · 3
próprias
5
com tese
2
cortesia
3
metade da janela
é conteúdo alheio
Reações
215 · 63 · 0
próprias
215
com tese
63
cortesia
0
o repasse sem voz
não existe
Compartilhamentos
5 · 11 · 0
próprias
5
com tese
11
cortesia
0
a inversão
5,5× por peça
ver ressalva
Três repasses cujo comentário é institucional ou de cortesia não registraram reação visível. Os dois em que ele escreveu duas ou três linhas de tese antes do link fizeram 41 e 22 reações e onze compartilhamentos — mais circulação que as cinco publicações próprias somadas.

A leitura não é “publicar próprio é melhor que compartilhar”. É que amplificar com cortesia trabalha para a marca dos outros; amplificar com três linhas de tese própria trabalha para a dele. Ele já escreve nos dois casos — o custo da diferença não é tempo, é intenção.

E há um dado que reforça: o formato que mais circula no território dele é material utilitário sobre o que levar à mesa do conselho — e as duas peças que provaram isso eram de terceiros. É o formato que ele ainda não escreveu com a própria assinatura.
Ressalva de método, porque o número é frágil: dos 16 compartilhamentos da janela, 9 vêm de uma única publicação — 56% do total. Tirando ela da conta, a vantagem do repasse comentado cai de 5,5× para cerca de 2×. A direção do achado se mantém; a magnitude depende de uma peça só. Com dez publicações, isso é indício, não lei.
03

As dez publicações da janela

13 a 27/08/2026 · 14 dias

Cada barra é uma publicação, ordenada por reação. As tracejadas são as três que não registraram nenhuma — e as três são institucionais.

publicação própria repasse com tese própria cortesia · zero reação
As três barras tracejadas são repasses em que ele escreveu, mas escreveu cortesia: convite para um programa da Board, parabéns ao artigo de um aluno e “boas dicas” sobre o post de um colega. Nenhuma delas traz tese própria — e nenhuma registrou reação visível. A publicação de 7 reações tinha uma hora de vida na coleta e não entrou na leitura como fracasso.

E uma honestidade sobre os zeros: zero reação visível não é prova de rejeição. Pode significar que a publicação não foi entregue, não que foi recusada. O LinkedIn não mostra a terceiros quantas pessoas viram cada peça. O que dá para afirmar é que essas três não converteram atenção em sinal público — não por que isso aconteceu.
04

Quem está do outro lado

Quatro grupos distintos chegam por caminhos diferentes — e compram coisas diferentes. É por isso que uma lista de onze serviços atrapalha.
Ressalva de método: estes grupos são deduzidos da trajetória dele, não medidos. O LinkedIn não expõe a terceiros quem reage e comenta em cada publicação. Para confirmar quem de fato está do outro lado, o caminho é olhar a lista de comentaristas das próximas publicações — o que dá para fazer com a conta dele, não com a nossa.

Público direto
Conselheiros
em formação
Alunos e ex-alunos da Board Academy, onde ele é diretor, board member e docente desde 2022. Gente em formação e gente já sentada à mesa.
Quem contrata
Sócios em
transição
Donos montando conselho, profissionalizando gestão ou preparando sucessão. É o problema descrito na entrada da TTWgroup.
Audiência natural
C-level
e heads de RH
Trinta anos em Natura, Sabin, Bosch, Votorantim e Eicon. Respondem a tese de desempenho, remuneração e formação de líderes.
Outro mercado
Fundadores
de startup
Via Anjos do Brasil, Beeviral e SleepUp. Procuram mentoria e capital, e reconhecem quem já assinou cheque.
05

O que fazer, em três blocos

Nenhuma etapa exige mudar de assunto, de tom ou de ritmo. O que muda é a ordem. O material inteiro já existe.

0–30 dias · Alinhar a vitrine ao currículo

Meta: topcard, Sobre, Formação e Serviços dizendo em três segundos o que a trajetória já prova.
  • Uma sessão de 40 minutos: nova headline, decisão sobre “Business Growth” e “Board Solutions”, Formação completa e duas linhas da TTWgroup no Sobre.
  • Serviços reduzidos a três âncoras e uma linha de convite fechando o Sobre.
  • “Em destaque” recomposto: o livro, a Comissão Conselheiro do Futuro e a publicação de maior circulação — ativos permanentes no lugar dos posts recentes.
Indicador: visitas ao perfil e aparições em busca comparadas aos 30 dias anteriores. É a métrica que responde direto à headline.

30–60 dias · Fixar a assinatura editorial

Meta: uma ideia própria reconhecível e um segundo formato em operação.
  • Série da Capacidade Estratégica de Reserva: quatro textos, um por semana, cada um por um ângulo distinto. O conceito já é dele e já tem nome.
  • Primeiro documento utilitário: “as sete perguntas do conselho antes do orçamento” — o formato que mais circulou na janela, agora com a assinatura dele.
  • Molde da pergunta: abrir e fechar cada texto com uma pergunta dirigida. Foi o que produziu o recorde de comentários e não custa nada replicar.
Indicador: compartilhamentos por publicação. Referência interna a bater: os 3 do melhor artigo próprio da janela.

60–90 dias · Transformar leitura em conversa

Meta: o perfil parar de só informar e começar a abrir agenda.
  • Destino em toda publicação: uma linha de convite ao fim de cada texto, alternando entre mensagem direta, material completo e conversa de diagnóstico.
  • Uma pauta por mês vinda de sala de aula: a pergunta mais frequente das turmas vira texto. Repertório exclusivo, custo zero.
  • Revisão de 90 dias: comparar visitas, aparições em busca e compartilhamentos com a linha de base de agosto de 2026 registrada neste dossiê.
Indicador: conversas iniciadas por quem chegou pelo conteúdo — a única métrica que importa para quem oferece conselho, advisory e mentoria.
06

Quinze pautas que ele já tem material para escrever

Nenhuma exige pesquisa nova. Todas saem de algo que já está na Experiência, na sala de aula, no livro ou na carteira de anjo dele. Cada uma vem marcada com a moeda que ataca e a abertura pronta para colar.

circulaçãoDocumento

As sete perguntas do conselho antes de aprovar o orçamento

“Todo conselho aprova orçamento. Poucos perguntam as sete coisas que decidem se aquele número vai se sustentar.”

De onde sai: foi o formato que mais circulou na janela dele — só que era conteúdo de terceiro. Por que funciona: checklist se salva e se repassa.

circulaçãoDocumento

Os primeiros 90 dias de um conselheiro estreante

“Você foi convidado para o seu primeiro conselho. As três primeiras reuniões decidem se haverá uma quarta.”

De onde sai: quatro anos formando conselheiro na Board Academy. Por que funciona: o público direto dele é exatamente quem está nessa fase.

circulaçãoDocumento

Remuneração de conselho: cinco perguntas antes de aceitar o assento

“Aceitar assento em conselho sem entender a remuneração é a forma mais elegante de trabalhar de graça.”

De onde sai: ele reestruturou remuneração fixa, variável e benefícios de um grupo inteiro. Por que funciona: tema que quase ninguém escreve com dado real.

conversaProvocação

Seu conselho decide ou homologa?

“Se a pauta chega pronta da diretoria e sai aprovada, aquilo não é conselho. É cartório.”

De onde sai: a mesma veia do texto que fez o recorde de comentários. Por que funciona: nomeia um incômodo que todo conselheiro reconhece.

conversaProvocação

O melhor executor da sua empresa é o pior líder. E agora?

“Você promoveu quem mais entregava. Seis meses depois, o time entrega menos. A culpa não é dele.”

De onde sai: o artigo dele sobre promover bons executores. Por que funciona: a situação é universal e a resposta divide opinião.

conversaProvocação

Universidade corporativa: investimento ou vaidade?

“Já implantei uma. Só funciona quando responde a uma pergunta que o negócio está fazendo — e não à que o RH gostaria que ele fizesse.”

De onde sai: ele criou a Universidade Corporativa da TTWgroup. Por que funciona: autocrítica de quem fez tem peso que teoria não tem.

reaçãoBastidor

A pergunta que mais ouço das turmas de conselheiro

“Toda turma, sem falhar, chega na mesma dúvida por volta do terceiro encontro. E ela não é sobre governança.”

De onde sai: docência na Board Academy, FAAP, FUCAP e FMU. Por que funciona: repertório exclusivo, custo zero, série infinita.

reaçãoBastidor

O dia em que implantei governança numa empresa familiar

“A primeira reunião durou quatro horas e não decidimos nada. Foi a melhor coisa que podia ter acontecido.”

De onde sai: a entrada da TTWgroup, hoje enterrada na Experiência. Por que funciona: cena real com conflito — o que a peça de maior reação tinha.

reaçãoPessoas

Os conselheiros que me formaram

“Aprendi mais em três reuniões observando gente experiente do que em qualquer curso que fiz depois.”

De onde sai: 30 anos e o livro coautorado. Por que funciona: o teste nas dez publicações mostra que quem move reação é a primeira pessoa, não o nome citado — então a pauta vale pela memória dele, contada por ele.

série4 textos

Capacidade Estratégica de Reserva

Quatro ângulos da tese que já é dele: o que é reserva e o que é gordura · como o conselho enxerga isso no orçamento · o custo de operar no limite · quem decide quanto guardar.

De onde sai: conceito que ele já batizou e publicou. Por que funciona: ideia com nome próprio é o embrião de uma assinatura editorial.

sérieRecorrente

Do lado de quem assina o cheque

“O que eu procuro antes de investir numa startup — e o que os fundadores acham que eu procuro.”

De onde sai: Anjos do Brasil, Beeviral e SleepUp. Por que funciona: fala com um público que o conteúdo corporativo dele não alcança.

sérieMensal

Uma decisão, três leituras

“Pego uma decisão real de empresa e leio pelos três olhos que já usei: o do RH, o do conselheiro e o do investidor.”

De onde sai: os três chapéus que ele veste de verdade. Por que funciona: formato fixo, pauta infinita, e nenhum concorrente tem os três.

sérieInsider

O que acontece entre a formação e o assento

“Formei centenas de conselheiros. A distância entre o certificado e a primeira cadeira não é de conhecimento.”

De onde sai: ele é Diretor de Pessoas da escola que forma conselheiros. Por que funciona: ninguém mais tem esse acesso — e é a dúvida nº1 do público dele.

circulaçãoDocumento

O investidor anjo na mesa do conselho

“Quem põe dinheiro próprio olha o conselho de um jeito que o conselheiro profissional não olha. E vice-versa.”

De onde sai: anjo em três startups e conselheiro e executivo de RH. Por que funciona: a casa dele tem um programa sobre isso e ele é o caso vivo.

conversaProvocação

IA no conselho: quem decide quando a máquina discorda?

“O board tem o dado, o algoritmo tem a recomendação, e a decisão continua sendo humana. O problema é que ninguém preparou o humano.”

De onde sai: mestrado em Criatividade e Inovação + o programa AI on Board. Por que funciona: quase todo conteúdo de IA em conselho é técnico ou apocalíptico.

Como distribuir isso em 90 dias
1 documento por mêsé o que viaja e leva o nome dele para redes que ele não alcança
1 provocação a cada 15 diasé o que traz comentário — e comentário é posição, não simpatia
1 bastidor por semanaé o que mantém a base quente entre uma tese e outra

Quinze pautas cobrem um trimestre no ritmo que ele já pratica: uma publicação própria a cada quatro ou cinco dias. Nenhuma delas pede assunto que ele não domine.

07

Uma referência que apareceu dentro da própria coleta

Não foi preciso sair do perfil dele. Entre as atividades da janela há a publicação de um colega da mesma casa — mesma senioridade, mesmos 30 anos, mesma Board Academy. A diferença entre as duas headlines não é de currículo. É de ordem.

Maurício França

Conselheiro, Executivo de RH, Empreendedor, Investidor

  • Abre no cargo
  • Sem verbo
  • Sem destinatário
  • Termina no cargo

Quem lê sabe o que ele é.

versus
Colega · VP e sócio da mesma casa

Apoio Empresários, Sucessores e Executivos a obterem MELHORES RESULTADOS em suas Empresas | Sou Conselheiro | Mentor | Escritor | Palestrante | VP e Sócio da Board Academy | CFO Dir. Financ. +30 anos experiência

  • Abre com verbo: “apoio”
  • Nomeia o destinatário na segunda palavra
  • Declara o resultado antes do currículo
  • Só então lista os cargos

Quem lê sabe o que ele resolve, e para quem.

Por que essa comparação vale mais que um benchmark de mercado

Os dois têm mais de 30 anos de carreira, a mesma casa e o mesmo território. Numa busca por “conselheiro” dentro do LinkedIn, essas duas linhas aparecem lado a lado — e quem está procurando entende de imediato o que o segundo faz. Não é questão de quem tem currículo melhor: é a ordem das palavras nos primeiros oito segundos de leitura.

Uma ressalva de método: esta é a única comparação direta deste dossiê. O LinkedIn não expõe alcance, impressões nem taxa de nenhum perfil a terceiros — então não existe aqui, e não existiria em lugar nenhum, um comparativo numérico honesto de audiência entre perfis. O que dá para comparar é o que está publicado: estrutura, ordem e clareza. É o que está acima.

O cruzamento que quase ninguém ocupa
Conselho vindo de gente, não de finanças Boa parte dos conselheiros brasileiros chega pela via financeira ou jurídica. Mas a pauta virou sucessão, cultura, remuneração de executivo e capacidade de liderança — exatamente o repertório dele. Estar na interseção RH × governança é vantagem estrutural, não detalhe de currículo.
Operador com cicatriz, não comentarista A entrada da TTWgroup descreve implantação real: governança, OKRs, orçamento, remuneração, Universidade Corporativa. Quem já fez escreve diferente de quem leu, e o leitor sênior percebe na primeira frase.
Professor e autor Docência em MBA e coautoria em “Os Conselheiros — Vol. 2”. Autoridade que não depende de publicar todo dia: é chancela de terceiro, e ela não expira.
Investidor com dinheiro na mesa Anjos do Brasil, Beeviral e SleepUp. Dá acesso a um público que quase não se sobrepõe ao corporativo — fundadores — e permite falar de risco com pele em jogo.
08

O que a casa dele já diz, e ele ainda não escreveu

Leitura do site da Board Academy, onde ele é Diretor de Pessoas e Novos Negócios, board member e docente. A escola tem vocabulário próprio, oito programas e uma tese pública. O conteúdo dele hoje não conversa com nenhum deles — e dois descrevem exatamente a combinação rara que ele tem.

Vocabulário que a casa já usa e ele não
“Governança Proativa”Termo recorrente no site, sem dono editorial. Quem escreve sobre ele com frequência passa a ser lembrado com ele.
CEP: Conexões · Expansão · ProtagonismoA metodologia declarada da escola. São três pilares — e três séries editoriais prontas, com nome que a casa já defende.
“Banco de Conselheiros”O pool de talentos deles. Ele é o Diretor de Pessoas: é a única pessoa que vê, por dentro, como um assento é de fato preenchido.
“Conselheiro Consultivo”A categoria que a escola criou como porta de entrada. É onde está a dúvida real de quem começa.
Dois programas que descrevem o perfil dele
Lean Investor
“Posicionamento do investidor anjo em conselhos”, segundo o site. Ele é investidor anjo em três frentes — Anjos do Brasil, Beeviral e SleepUp — e conselheiro e executivo de RH. É o caso vivo do programa.
Ninguém está mais qualificado para escrever isso. E ele não escreve.
AI on Board
Integração de IA ao papel do conselheiro. Ele é psicólogo com mestrado em Criatividade e Inovação — o lado humano da decisão assistida por máquina é território que quase ninguém no Brasil escreve com formação para isso.
Cruzamento raro: quase todo conteúdo de IA em conselho é técnico ou apocalíptico. Falta o da decisão.
Lean Governance · ESG Starter · CES/IA na Saúde · Board 360
Os outros quatro programas do catálogo. Cada um é uma pauta com público já formado dentro da própria base da escola.
Números públicos da casa, com atribuição
135mil
conselheiros que o mercado brasileiro precisaria
45mil
empresas em busca de conselho
388mil
pessoas impactadas pela escola
9países
de operação declarada

Como usar: são números declarados pela própria Board Academy no site institucional, sem auditoria de terceiro. Servem como gancho de abertura com atribuição explícita — “segundo a Board Academy” — e nunca como dado de mercado. Um texto que abre em “o Brasil precisaria de 135 mil conselheiros e não tem” já nasce com escala, desde que a fonte apareça na mesma frase.

O que isso significa na prática

Ele escreve sobre governança em geral. A casa dele fala uma língua específica, com termos, programas e números próprios. Alinhar as duas coisas rende dos dois lados: o conteúdo dele passa a ser encontrado por quem busca o vocabulário da escola, e a escola ganha um porta-voz com repertório de operador, não de marketing.

E há o ganho que só ele pode ter: sendo Diretor de Pessoas de uma escola que forma conselheiros, ele enxerga o que acontece entre a formação e o assento. Esse é o assunto que o público dele mais quer e que praticamente ninguém tem acesso para escrever.

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As seis que mereciam outra chance

Nenhuma destas é ruim. Em todas o assunto é bom, a intenção é boa e o repertório está lá. O que falta é forma — e em cinco delas o conserto é uma frase, não um texto novo. A sexta não precisa de conserto nenhum: precisa de tempo.

0reações divulgação

“Quer se tornar um Conselheiro capaz de atuar em qualquer lugar do mundo? Conheça um dos programas internacionais da Board.”

O que aconteceu: a pergunta existe, mas é retórica de anúncio. Ele aparece como divulgador da escola, não como autor — e o leitor sente a diferença na primeira linha.
Mesma divulgação, outra entrada: “O que muda quando um conselheiro brasileiro senta numa mesa fora do país.” Ele forma gente que faz isso. A experiência dele entra na frente e o programa aparece no fim, como consequência.
0reações generosidade

“É muito gratificante ler artigos de meus alunos do ABP. Neste artigo Carlos Bonote destaca o Conselheiro como guardião da cultura…”

O que aconteceu: é generoso e está certo em fazer. Mas o texto fala do aluno para o aluno. Quem lê de fora não tem porta de entrada — não conhece o Carlos e não sabe por que aquilo importa.
O elogio fica maior invertendo a ordem: começar pela tese — “conselheiro como guardião da cultura” — dizer se concorda, e só então creditar quem escreveu. Levar a ideia de alguém a sério em público vale mais que parabenizar.
0reações repasse

“Boas dicas de Marcelo Simonato.”

O que aconteceu: “boas dicas” é a menor unidade de opinião que existe. O post inteiro passa a ser do Marcelo, e o nome dele aparece como caixa de som.
Uma frase resolve: o que ele faria diferente, ou onde a prática brasileira contraria a dica. Discordar de um colega em público, com respeito, é o conteúdo que mais circula em rede profissional — e é o oposto de brigar.
22reações · 2 compart. dado emprestado

“Quase 53 milhões de brasileiros têm plano de assistência médica…”

O que aconteceu: abre com número grande, que funciona. Mas o número é de terceiro e o texto não traz o que só ele viu.
Ele tem a peça que falta: passou pelo Sabin. Cruzar o dado público com o que se enxerga por dentro de uma operação de saúde transforma estatística em testemunho — e testemunho é o que ninguém consegue copiar.
28reações · 6 comentários tese própria

“Sua empresa tem capacidade disponível para crescer?” — a Capacidade Estratégica de Reserva

O que aconteceu: é a única ideia batizada do perfil e mereceria mais. A abertura, porém, é uma pergunta genérica que poderia estar em qualquer texto de gestão; o nome do conceito só aparece depois.
Comece pelo nome: “Chamo isso de Capacidade Estratégica de Reserva — e é o que separa empresa eficiente de empresa preparada.” Conceito batizado é ativo de longo prazo: quanto antes o nome aparece, mais cedo ele cola em quem lê.
7reações · 5 comentários não precisa de conserto

“Existe uma cena que se repete em muitas organizações: um profissional entrega resultados excepcionais, é promovido a líder — e vira o gargalo da equipe.”

Por que ela está aqui: só para tirar do banco dos fracos. Tinha uma hora de vida no momento da coleta. E o sinal que já dava para ler é o melhor da amostra inteira: 5 comentários para 7 reações — quase um comentário por reação, densidade que nenhuma outra publicação da janela alcançou.
O que fazer: nada. Medir de novo em sete dias. Se a proporção se mantiver, este é o molde a repetir — e não o post de 70 reações.
O padrão por trás das cinco

Em nenhuma delas o problema é o assunto. Em três, ele está no papel de quem apresenta o trabalho dos outros — a escola, o aluno, o colega — e a voz dele não entra. Em duas, a voz está lá, mas chega tarde: o dado de terceiro vem antes da experiência, e a pergunta genérica vem antes do conceito próprio.

É a mesma correção nas cinco: colocar na primeira linha o que só ele pode dizer. Nenhuma exige pesquisa, entrevista ou tema novo — só inverter a ordem do que já estava escrito. E isso conversa direto com o que a amostra mostrou: primeira pessoa rende 45 reações médias contra 16,3. As cinco publicações desta lista são, todas, as que menos falam em primeira pessoa.

Análise produzida pela Nobox Group

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