Perfil anotadoCada marcador aponta um achado no lugar onde ele acontece. Nenhuma opinião solta: tudo abaixo saiu do que está publicado na página em 27/08/2026.
Conselheiro, Executivo de RH, Empreendedor, Investidor Ajudo empresas a crescer com governança, conselho e gente | Conselheiro e Executivo de RH há 30 anos | Board Academy · Coautor de “Os Conselheiros” · Investidor Anjo
Correção feita depois de conversar com ele: “Business Growth” não é uma linha solta — é o campo de pronomes do LinkedIn, preenchido de propósito. A escolha é deliberada e tem graça: onde o formulário espera “ele/dele”, ele escreveu o que faz.
O que fica em aberto não é o acerto da ideia, é o público: numa audiência de conselheiros na faixa dos 55 aos 60 anos, parte vai ler como posicionamento e parte vai ler como campo preenchido errado. A provocação funciona melhor quando o leitor sabe que é provocação — e ali ela chega sem contexto.
Quatro cargos separados por vírgula dizem o que ele é. Quem contrata conselheiro está procurando o que ele resolve. É a linha que viaja em busca, convite e comentário — o texto do perfil que mais gente lê sem entrar nele.
Só “Faculdade Exame” está visível. Ficam de fora a graduação em Psicologia, o mestrado em Criatividade e Inovação (UFP/FAAP) e a docência em MBA na FAAP, FUCAP e FMU. Em busca por conselheiro, formação é filtro — e essa prova já existe.
Sou apaixonado por estruturar ou reestruturar as empresas visando melhorar resultados, acelerar empresas, aumentar receita, diminuir custos, aumentar engajamento e desenvolver pessoas. Possuo mais de 30 anos de experiência em gestão de pessoas estando à frente da área RH e planejamento estratégico. Sou membro de Conselho Consultivo e Advisor em empresas de diferentes segmentos. Investidor Anjo e Mentor em estratégias e geração de resultados em Startups. Fui gestor de RH em empresas como Natura, Sabin, Bosch, Votorantim, Eicon, TTWGroup; além de lecionar em cursos de MBA na FAAP, FUCAP, FMU dentre outras. Meu propósito de vida é ajudar pessoas e organizações a prosperarem e serem felizes.
Estruturo e reestruturo empresas para crescer: governança, planejamento estratégico, gestão de desempenho e liderança. Em 30 anos à frente de RH e planejamento passei por Natura, Sabin, Bosch, Votorantim, Eicon e TTWGroup — onde implantei governança, OKRs, orçamento corporativo, a área de Comunicação e a Universidade Corporativa. Sou board member e docente na Board Academy desde 2022, coautor de “Os Conselheiros — Vol. 2”, investidor anjo e mentor. Estou aberto a avaliar assento em conselho, advisory, mentoria e aula. Se isso está acontecendo na sua empresa, me manda uma mensagem.
O texto termina em “ajudar pessoas e organizações a prosperarem e serem felizes”. É bonito e não diz o que ele está aberto a avaliar nem por onde chegar. Quem leu tudo e se convenceu não encontra o próximo passo.
Nossa primeira leitura errou por não expandir a Experiência. Ele não está construindo caminho para uma cadeira: já sentou em três — Board Academy, Phoenix Seguros (2023) e Eicon (2020–2021).
E a prova mais concreta do perfil não é a TTWgroup. É a LOARA, onde a entrada diz, com todas as letras, “quintuplicando o faturamento da empresa”. É o único número de resultado de negócio em todo o perfil — e está escondido atrás do “exibir tudo”.
Nós erramos e ele apontou. A formação dele está preenchida. Nossa coleta leu só o que a página exibe sem expandir “exibir tudo”, e o LinkedIn mostra apenas os itens mais recentes — foi isso que virou “um único item”. O erro é da nossa leitura, não do perfil.
O achado real é outro e continua valendo: quem chega ao perfil também não expande. O visitante vê o mesmo que a nossa ferramenta viu. Em busca por conselheiro, formação é filtro — e a prova mais forte está atrás de um clique que ninguém dá.
10 publicações na janela de 13 a 27/08/2026. Cinco são autorais, cinco são amplificação de terceiros.
Cada texto passa a fechar com uma linha de destino, alternando entre as três:
Nenhuma delas muda o tom do texto. Todas transformam leitura em conversa, que é a única métrica que importa para quem oferece conselho, advisory e mentoria.
As seis com tração encerram na conclusão. O leitor concorda, reage e vai embora. E das cinco amplificações, três não registraram reação visível: esforço gasto sem retorno de posicionamento.
“Life coaching” e “Coaching de desenvolvimento de carreira” convivem com “Planejamento estratégico”. Quem procura conselheiro para uma sucessão familiar não está atrás do primeiro — e a lista longa puxa a leitura para outro mercado, com outro ticket.
Reação, conversa e circulação são públicos e intenções distintas. Nenhuma foi vencida pela mesma publicação — e cada vitória tem uma causa que dá para ler no texto. Abaixo, o que cada uma fez, e o que ela deixou de ganhar por causa disso.
O almoço com empresários na Board Academy
A cadeia de tomada de decisão
Indicadores e prestação de contas ao conselho
Ler só quem ganhou produz regra que parece verdadeira e não é. Abaixo, cada mecanismo medido nas dez publicações da janela — as que funcionaram e as que não. Duas se confirmaram, uma mudou de lugar e uma caiu.
Honestidade sobre o tamanho da amostra: são dez publicações em catorze dias. Isso é suficiente para apontar direção e para derrubar uma afirmação errada — foi o que aconteceu com “nomear pessoas”. Não é suficiente para lei. A leitura correta é: teste as duas confirmadas nas próximas dez e meça de novo.
Cinco publicações próprias e cinco amplificações na mesma janela. Mas a divisão que importa é outra: das cinco amplificações, duas vieram com uma tese dele antes do link e três foram cortesia. O resultado não deixa dúvida.
Cada barra é uma publicação, ordenada por reação. As tracejadas são as três que não registraram nenhuma — e as três são institucionais.
Quatro grupos distintos chegam por caminhos diferentes — e compram coisas
diferentes. É por isso que uma lista de onze serviços atrapalha.
Ressalva de método: estes grupos são deduzidos da trajetória
dele, não medidos. O LinkedIn não expõe a terceiros quem reage e comenta em cada publicação.
Para confirmar quem de fato está do outro lado, o caminho é olhar a lista de comentaristas
das próximas publicações — o que dá para fazer com a conta dele, não com a nossa.
Nenhuma etapa exige mudar de assunto, de tom ou de ritmo. O que muda é a ordem. O material inteiro já existe.
Nenhuma exige pesquisa nova. Todas saem de algo que já está na Experiência, na sala de aula, no livro ou na carteira de anjo dele. Cada uma vem marcada com a moeda que ataca e a abertura pronta para colar.
“Todo conselho aprova orçamento. Poucos perguntam as sete coisas que decidem se aquele número vai se sustentar.”
De onde sai: foi o formato que mais circulou na janela dele — só que era conteúdo de terceiro. Por que funciona: checklist se salva e se repassa.
“Você foi convidado para o seu primeiro conselho. As três primeiras reuniões decidem se haverá uma quarta.”
De onde sai: quatro anos formando conselheiro na Board Academy. Por que funciona: o público direto dele é exatamente quem está nessa fase.
“Aceitar assento em conselho sem entender a remuneração é a forma mais elegante de trabalhar de graça.”
De onde sai: ele reestruturou remuneração fixa, variável e benefícios de um grupo inteiro. Por que funciona: tema que quase ninguém escreve com dado real.
“Se a pauta chega pronta da diretoria e sai aprovada, aquilo não é conselho. É cartório.”
De onde sai: a mesma veia do texto que fez o recorde de comentários. Por que funciona: nomeia um incômodo que todo conselheiro reconhece.
“Você promoveu quem mais entregava. Seis meses depois, o time entrega menos. A culpa não é dele.”
De onde sai: o artigo dele sobre promover bons executores. Por que funciona: a situação é universal e a resposta divide opinião.
“Já implantei uma. Só funciona quando responde a uma pergunta que o negócio está fazendo — e não à que o RH gostaria que ele fizesse.”
De onde sai: ele criou a Universidade Corporativa da TTWgroup. Por que funciona: autocrítica de quem fez tem peso que teoria não tem.
“Toda turma, sem falhar, chega na mesma dúvida por volta do terceiro encontro. E ela não é sobre governança.”
De onde sai: docência na Board Academy, FAAP, FUCAP e FMU. Por que funciona: repertório exclusivo, custo zero, série infinita.
“A primeira reunião durou quatro horas e não decidimos nada. Foi a melhor coisa que podia ter acontecido.”
De onde sai: a entrada da TTWgroup, hoje enterrada na Experiência. Por que funciona: cena real com conflito — o que a peça de maior reação tinha.
“Aprendi mais em três reuniões observando gente experiente do que em qualquer curso que fiz depois.”
De onde sai: 30 anos e o livro coautorado. Por que funciona: o teste nas dez publicações mostra que quem move reação é a primeira pessoa, não o nome citado — então a pauta vale pela memória dele, contada por ele.
Quatro ângulos da tese que já é dele: o que é reserva e o que é gordura · como o conselho enxerga isso no orçamento · o custo de operar no limite · quem decide quanto guardar.
De onde sai: conceito que ele já batizou e publicou. Por que funciona: ideia com nome próprio é o embrião de uma assinatura editorial.
“O que eu procuro antes de investir numa startup — e o que os fundadores acham que eu procuro.”
De onde sai: Anjos do Brasil, Beeviral e SleepUp. Por que funciona: fala com um público que o conteúdo corporativo dele não alcança.
“Pego uma decisão real de empresa e leio pelos três olhos que já usei: o do RH, o do conselheiro e o do investidor.”
De onde sai: os três chapéus que ele veste de verdade. Por que funciona: formato fixo, pauta infinita, e nenhum concorrente tem os três.
“Formei centenas de conselheiros. A distância entre o certificado e a primeira cadeira não é de conhecimento.”
De onde sai: ele é Diretor de Pessoas da escola que forma conselheiros. Por que funciona: ninguém mais tem esse acesso — e é a dúvida nº1 do público dele.
“Quem põe dinheiro próprio olha o conselho de um jeito que o conselheiro profissional não olha. E vice-versa.”
De onde sai: anjo em três startups e conselheiro e executivo de RH. Por que funciona: a casa dele tem um programa sobre isso e ele é o caso vivo.
“O board tem o dado, o algoritmo tem a recomendação, e a decisão continua sendo humana. O problema é que ninguém preparou o humano.”
De onde sai: mestrado em Criatividade e Inovação + o programa AI on Board. Por que funciona: quase todo conteúdo de IA em conselho é técnico ou apocalíptico.
Quinze pautas cobrem um trimestre no ritmo que ele já pratica: uma publicação própria a cada quatro ou cinco dias. Nenhuma delas pede assunto que ele não domine.
Não foi preciso sair do perfil dele. Entre as atividades da janela há a publicação de um colega da mesma casa — mesma senioridade, mesmos 30 anos, mesma Board Academy. A diferença entre as duas headlines não é de currículo. É de ordem.
Conselheiro, Executivo de RH, Empreendedor, Investidor
Quem lê sabe o que ele é.
Apoio Empresários, Sucessores e Executivos a obterem MELHORES RESULTADOS em suas Empresas | Sou Conselheiro | Mentor | Escritor | Palestrante | VP e Sócio da Board Academy | CFO Dir. Financ. +30 anos experiência
Quem lê sabe o que ele resolve, e para quem.
Os dois têm mais de 30 anos de carreira, a mesma casa e o mesmo território.
Numa busca por “conselheiro” dentro do LinkedIn, essas duas linhas aparecem lado a lado — e quem
está procurando entende de imediato o que o segundo faz. Não é questão de quem tem currículo
melhor: é a ordem das palavras nos primeiros oito segundos de leitura.
Uma ressalva de método: esta é a única comparação direta deste dossiê. O LinkedIn não
expõe alcance, impressões nem taxa de nenhum perfil a terceiros — então não existe aqui, e não
existiria em lugar nenhum, um comparativo numérico honesto de audiência entre perfis. O que dá
para comparar é o que está publicado: estrutura, ordem e clareza. É o que está acima.
Leitura do site da Board Academy, onde ele é Diretor de Pessoas e Novos Negócios, board member e docente. A escola tem vocabulário próprio, oito programas e uma tese pública. O conteúdo dele hoje não conversa com nenhum deles — e dois descrevem exatamente a combinação rara que ele tem.
Como usar: são números declarados pela própria Board Academy no site institucional, sem auditoria de terceiro. Servem como gancho de abertura com atribuição explícita — “segundo a Board Academy” — e nunca como dado de mercado. Um texto que abre em “o Brasil precisaria de 135 mil conselheiros e não tem” já nasce com escala, desde que a fonte apareça na mesma frase.
Ele escreve sobre governança em geral. A casa dele fala uma língua
específica, com termos, programas e números próprios. Alinhar as duas coisas rende dos dois
lados: o conteúdo dele passa a ser encontrado por quem busca o vocabulário da escola, e a
escola ganha um porta-voz com repertório de operador, não de marketing.
E há o ganho que só ele pode ter: sendo Diretor de Pessoas de uma escola que forma conselheiros,
ele enxerga o que acontece entre a formação e o assento. Esse é o assunto que o público
dele mais quer e que praticamente ninguém tem acesso para escrever.
Nenhuma destas é ruim. Em todas o assunto é bom, a intenção é boa e o repertório está lá. O que falta é forma — e em cinco delas o conserto é uma frase, não um texto novo. A sexta não precisa de conserto nenhum: precisa de tempo.

“Quer se tornar um Conselheiro capaz de atuar em qualquer lugar do mundo? Conheça um dos programas internacionais da Board.”

“É muito gratificante ler artigos de meus alunos do ABP. Neste artigo Carlos Bonote destaca o Conselheiro como guardião da cultura…”

“Boas dicas de Marcelo Simonato.”

“Quase 53 milhões de brasileiros têm plano de assistência médica…”

“Sua empresa tem capacidade disponível para crescer?” — a Capacidade Estratégica de Reserva

“Existe uma cena que se repete em muitas organizações: um profissional entrega resultados excepcionais, é promovido a líder — e vira o gargalo da equipe.”
Em nenhuma delas o problema é o assunto. Em três, ele está no
papel de quem apresenta o trabalho dos outros — a escola, o aluno, o colega — e a voz dele
não entra. Em duas, a voz está lá, mas chega tarde: o dado de terceiro vem antes da
experiência, e a pergunta genérica vem antes do conceito próprio.
É a mesma correção nas cinco: colocar na primeira linha o que só ele pode dizer.
Nenhuma exige pesquisa, entrevista ou tema novo — só inverter a ordem do que já estava escrito.
E isso conversa direto com o que a amostra mostrou: primeira pessoa rende 45 reações
médias contra 16,3. As cinco publicações desta lista são, todas, as que menos falam
em primeira pessoa.